terça-feira, 29 de julho de 2008

Air Liquide investe 50 milhões de euros em Sines

A Air Liquide vai construir uma nova unidade num investimento de cerca de 50 milhões de euros, depois de ter assinado um contracto com a aicep Global Parques, que faz parte da aicep Portugal Global (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal).
De acordo com o comunicado das empresas, a Air Liquide e a aicep Global Parques, celebraram “um contrato de reserva de direito de superfície com a Air Liquide Portugal, filial do Grupo Air Liquide, com vista à construção de uma unidade de separação de gases do ar que ficará localizada na Zona 2 da Zils Global Parques, em Sines.”
Com este contracto a Air Liquide deverá investir aproximadamente 50 milhões de euro e deverá permitir desenvolver o seu negócio em Portugal e Espanha na área de separação de gases do ar, como é o caso do oxigénio, o azoto e árgon Líquidos.
Fonte: Jornal de Negócios

domingo, 27 de julho de 2008

Portas quer investigação ao rendimento mínimo

Embora seja uma afirmação do género populista, tenho que reconhecer que é uma grande verdade.
Já dizia, Kuan-Tsu: Se deres um peixe a um homem, ele alimentar-se-á uma vez; se o ensinares a pescar, alimentar-se-á durante toda a vida.

O CDS-PP vai solicitar uma investigação a fundo sobre o funcionamento do rendimento mínimo em Portugal, quando se reiniciarem os trabalhos parlamentares, anunciou na noite de sábado, em Vila Viçosa, o líder do partido, Paulo Portas, segundo noticia a Lusa.
«Há um Portugal que trabalha no duro e há outro Portugal em idade de trabalhar que vive à conta do Estado. Há um Portugal que paga impostos e há outro Portugal que recebe o rendimento mínimo», argumentou.
Para o líder do CDS-PP, «há ainda um Portugal que luta duramente todos os meses para pagar a prestação de uma casa e há outro Portugal que tem uma casa quase de graça e ainda acha que não pode ou que não deve pagar».
Paulo Portas, que falava aos jornalistas à margem da apresentação do candidato do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Vila Viçosa, realçou que «não é possível continuarmos a ter um Portugal que trabalha a custear outro que não faz o esforço suficiente para poder trabalhar».
«Somos favoráveis a um país justo que premeia o esforço», adiantou o líder do CDS-PP, «um país onde às vezes é tão difícil encontrar um lugar num lar para um idoso, mas onde é tão fácil reivindicar uma casa de graça sem depois se cumprirem obrigações mínimas para a justificar.»
Este tipo de situações tem de acabar, salientou o dirigente centrista,«em defesa do Portugal que trabalha, que luta diariamente para conseguir cumprir o seu orçamento, que paga os seus impostos e cumpre com as suas prestações».
«O Portugal que trabalha vê ao lado pessoas em idade de trabalhar receberem benefícios do Estado e que fazem pouco esforço para conseguir melhorar a sua própria situação», realçou.
Fonte: Lusa

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Refinaria de Sines vai encerrar por várias semanas entre Setembro e Outubro

A refinaria da Galp em Sines, com uma capacidade de 213 000 barris por dia, vai encerrar por um período de várias semanas durante os meses de Setembro e Outubro para obras de manutenção, revelou hoje uma parta-voz da empresa, Pedro Duarte. Segundo a porta-voz da Galp, ainda não é possível avançar com as datas exactas do período de manutenção, embora a Reuters adiante que um operador afirmou anteriormente que a refinaria estaria totalmente fechada entre o dia um de Setembro e o dia 12 de Outubro.
Fonte: Lusa

Praia Vasco da Gama atingida por "bolinhas" de crude


Praia Vasco da Gama, em Sines, foi atingida esta manhã por "bolinhas" de crude, provenientes do derrame ocorrido segunda-feira no terminal petroleiro do porto.

Depois de solucionado os problemas nas praias de Morgavel e Pessegueiro com Bandeira Azul, eis que aparece outro problema noutra praia de Bandeira Azul, mas este com uma dimensão mais grave.
"Existem umas bolinhas de crude na praia, que se terão, provavelmente, soltado dos cascos das embarcações a que se agarraram, quando estas passaram na zona do derrame", disse à agência Lusa o comandante da Polícia Marítima (PM) e capitão do Porto de Sines, Guilherme Marques Ferreira. O derrame de cerca de dois mil litros de crude ocorreu segunda-feira, cerca das 11h00, no posto 2 do Terminal de Granéis Líquidos do porto, aquando da preparação para uma operação de descarga.A administração portuária adianta que a maior parte do crude, perto de 1500 litros, já foi recolhida na tarde de terça-feira, no decorrer das operações de recuperação de produto postas em prática.A limpeza da praia galardoada com a Bandeira Azul também já teve início e está a cargo da Administração do Porto de Sines (APS).
Fonte: Lusa

Praias de Morgavel e Pessegueiro voltam a ter Bandeira Azul

Após inspecção da CCDRA que culminou com a retirada da Bandeira Azul nas praias de Morgavel e Pessegueiro por falta de condições nas mesmas, volta assim a ser erguida a Bandeira Azul nas praias depois de solucionados esses mesmos problemas.
As praias de Morgavel e Ilha do Pessegueiro, em Sines, vão voltar a erguer a Bandeira azul, depois de terem feito melhoramentos nos balneários e caixotes de lixo. As duas zonas balneares ficaram temporariamente sem o galardão após uma inspecção da Comissão de Coordenação e desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA).
Segundo a CCDRA as falhas detectadas estavam relacionadas com a “falta de condições nos equipamentos, além da pouca limpeza nas casas de banho”, ressalvando, no entanto, que a medida “nada teve a ver com a qualidade da água”.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Câmara de Sines em risco de ruptura financeira

Autarquias: mais de metade das dívidas está concentrada em 30 municípios.
Sines no principal lote de Câmaras do país que enfrentam uma situação de ruptura financeira.
Segundo o anuário financeiro dos municípios Portugueses de 2006, que vai ser apresentado esta quinta-feira pela Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC).
As câmaras de Aveiro, Guarda, Figueira da Foz, Covilhã, Sines, Gondomar e Lisboa são as mais afectadas do país.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Avaliação de impacto ambiental com graves deficiências nos PINs Turísticos de Grândola e Alcácer do Sal, Segundo a CEE

Bruxelas processa Portugal por desrespeito ambiental em complexos Turísticos nos Concelhos de Grândola e Alcácer do Sal
Avaliações de impacto ambiental apresentam graves deficiências
A Comissão Europeia abriu hoje um processo de infracção contra Portugal por falta de medidas de protecção ambiental na aprovação de três complexos turísticos aprovados em áreas protegidas dos concelhos de Grândola e Alcácer do Sal.Em causa estão autorizações concedidas, segundo um procedimento acelerado, aos complexos turísticos Costa Terra, Herdade do Pinheirinho e Herdade da Comporta, no Sítio de Importância Comunitária (SIC) Comporta/Galé, em Grândola e Alcácer do Sal.Segundo informação hoje divulgada em Bruxelas, foi enviada a Portugal uma notificação de incumprimento - a primeira fase do processo de infracção - por avaliações de impacto ambiental para projectos infra-estruturais que apresentam graves deficiências. Ainda de acordo com a Comissão Europeia, os complexos em causa abrangem quase 1200 hectares e incluem seis campos de golfe, 21 aldeamentos turísticos, 660 moradias e 21 hotéis, representando um total de mais de 16 mil camas. Bruxelas concluiu que as avaliações de impacto ambiental feitas estão incorrectas, uma vez que "descuraram os impactos negativos dos projectos nos habitats e espécies prioritárias do SIC, não avaliaram os impactos cumulativos dos diversos projectos nem os impactos cumulativos com outros projectos previstos para o mesmo sítio, além de não terem analisado devidamente soluções alternativas". Na União Europeia, a natureza está protegida pela Directiva Aves e pela Directiva Habitats, sendo que nos termos da segunda legislação comunitária, os Estados-membros devem designar Sítios de Importância Comunitária (SIC) para a conservação de tipos de habitats naturais e para a protecção de várias espécies identificadas.Portugal tem agora um prazo de dois meses para responder ao primeiro aviso escrito enviado por Bruxelas. Em função da resposta, ou na ausência de resposta, a Comissão Europeia pode decidir enviar-lhe um "parecer fundamentado" (último aviso escrito), expondo clara e definitivamente as razões por que considera ter havido infracção ao direito comunitário, e apelando ao cumprimento das obrigações num prazo que é normalmente dois meses. Caso Portugal não cumpra o parecer fundamentado, a Comissão pode decidir remeter o caso para o Tribunal Europeu de Justiça.

Fonte: Lusa